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O que você precisa saber antes de vender conteúdo adulto para não ser feita de trouxa

Por Drª Priscila Magossi (PUC-SP)


TODOS os camsites do Brasil e do mundo condicionam o cadastramento das modelos a darem o direito de uso ilimitado, irrevogável e infinito de todas as suas fotos, dos seus vídeos e até mesmo do seu apelido/marca à empresa e à seus parceiros. Para todo o sempre.


Na prática, isso significa que quando a mulher se cadastra em qualquer plataforma de webcamming ou site de venda de conteúdo adulto (inclusive onlyfans e afins), ELA ESTÁ DOANDO os direitos legais da sua própria imagem e permitindo que aquele site faça absolutamente TUDO o que quiser com TODO o seu conteúdo, inclusive o reservado/privado!


Esse contrato é abusivo. Isto é, quem não quiser se sujeitar ao Faroeste Digital da exploração, não pode trabalhar em nenhum site. Não há outra alternativa.


Considerando esta e outras vulnerabilidades das modelos de webcamming — que não estão protegidas por lei alguma — a estratégia da #NCP procura driblar os abusos do setor. Portanto, nosso treinamento foca em (1) acolhimento afetivo, (2) fetiches sem nudez e (3) preservação da imagem da mulher.


Lutamos para que as modelos de webcamming sejam respeitadas pelas empresas. Para isso, é fundamental denunciarmos toda a barbárie das operações sigilosas e dos bastidores do setor de camming.


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Todos os conceitos desenvolvidos pela pesquisadora Drª Priscila Magossi (PUC-SP/ABCiber/NCP) são de autoria própria e estão protegidos pela lei dos direitos autorais (Lei 9.610/98). Isto é, não se trata de uma publicação destinada a qualquer pessoa física e/ou jurídica, mas de uma pesquisa científica sobre o modus operandi da indústria adulta digital.


Qualquer plágio sobre este trabalho, por parte de qualquer pessoa física e/ou jurídica estará sujeita às penalidades da lei caso insista em fazer uso dos conceitos originais propostos neste estudo sem menção à autora e/ou pagamento de royalties.


Drª Priscila Magossi é assessorada juridicamente e representada legalmente por suas advogadas Drª Izadora Barbieri (OAB/SP n°371.254) e Drª Brenda Melo (OAB/MG nº189.092).

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